quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Pra você

Sei lá, fiquei o dia todo pensando no que te escrever e acho que ainda não me decidi. Te desejar tudo de melhor que o mundo tem a oferecer é muito vago, sinto que é vago demais pra alguém que gosto tanto.
Por algum motivo eu nunca acho que esses textos que escrevo pra você são 'bons o suficiente'. 
Parabéns. Felicidades. Que o universo conspire por você, sempre a seu favor.
Isso tá uma merda, mas eu vou continuar escrevendo, vai que em algum momento uma luz me ilumina e isso vira um texto decente?
Não sou sua melhor amiga, ou aquele seu colega de anos que conhecem todos os seus defeitos...só sei de algumas das suas manias, um número razoável das suas pirraças, nem sei se conheço seus medos ou sonhos.    Te conheço quando estamos juntos, cada um dos seus toques e acho que me basta por hora. Por algumas horas. Talvez eu não seja uma namorada tão boa assim. Mas isso não é sobre mim, é sobre você e toda a felicidade que te desejo.
Que cada estrela no céu se torne um pedido realizado. De certa forma elas atenderam os meus. 
Que o mundo seja seu. Nosso...
Que não acabem os filmes que vemos. Nem as tardes de domingo.
Com amor.
Moma.

domingo, 13 de janeiro de 2013

É nosso...

E pela milésima vez dizem que não sou uma boa namorada. Que não te chamo de amor e que não demonstro carinho, que te maltrato. Dizem que eu devia cozinhar pra você, me arrumar pra você, saber de cada um dos seus passos, ter a sua agenda decorada mentalmente. Sabe, esse ideais plástico de todo mundo, chamar de mô, querido, bem...essas coisas, só não me soam correto.
Mas a verdade é que prefiro o som do seu nome_ já te disse como soa bem?_, prefiro deixar todo o afeto pra quando estamos juntos, só nós dois; não quero te prender.
E me recuso a entender toda essa coisa de namorada perfeita, porque convenhamos, estou bem longe disso, a léguas de distância do protótipo de menina ideal. Eu falo palavrão pra cacete, te xingo quando me irrita, e faço questão de ser tratada como igual, e eu como tudo o que eu quero comer e ponto. Não me importo com o seu passado ou essas coisas que meio mundo insiste em me lembrar.
_ Foi um domingo normal_ eu digo, mas um domingo normal é, sei lá, um daqueles dias extraordinários, porque ao contrário dos outros dias, é diferente, as horas não passam iguais_ de fato parecem voar_, eu não morro de tédio deitada na minha cama encarando o teto ouvindo música e nem fico me entupindo de café pra conseguir terminar o trabalho que é pro dia seguinte.
Porque domingo é nosso: com ou sem tardes nostálgicas, chuva ou filme na tv.
Não importa onde.
É nosso.
Quando dou por mim, já se esvaiu.
E me resta a lembrança que fica gasta e impregnada na mente durante a semana.