sexta-feira, 2 de novembro de 2012

02 de novembro de 2012

Riu de lado enquanto sua mão passeava na minha coxa. Parecia não se importar com minhas reclamações, afinal, estávamos em publico...  Aproximei minha boca do seu pescoço, perto o suficiente do ouvido para que somente ele pudesse me ouvir: ''Você não era assim.''
O filho de uma mãe riu e respondeu: você também não era.
Não que eu esteja reclamando do ponto em que chegamos, porque não estou, mas há pouco mais de três meses atrás todos os toques eram tão...comportados.
Hoje já não há olhar livre de malícia, todos os carinhos vêm sem pudor algum... sem vergonha a se medir. Sem imagens a zelar.

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