quarta-feira, 28 de novembro de 2012

28 de novembro de 2012

Ando meio perdida, sem noção das horas, das coisas.
Alta, longe de tudo.
Desatenta, cansada... em estado constante de transe.
Te contei como fui pegar o ônibus de sempre e ainda fiz merda. Imagine o que é ter como companhia meu humor amargurado pela falta de sono.
Ando nervosa, perdendo a cabeça por pouco.
Tenho vontade de chorar sem motivo, uma agonia me invade de tempos em tempos.
Ando confusa a respeito de coisas sobre as quais eu já tinha me decido, começo a questionar se tudo o que eu planejei, vale a pena esse esforço sobre-humano.
Ando insegura, medrosa (mais do que o normal)... me falta confiança a cada passo.
Ando sentindo sua falta com mais frequência.
Quero colo _ seu colo _ pra curar minha carência.
Força pra resistir.
Tempo pra poder reacreditar nos meus próprios sonhos.
Reacreditar nos meus planos.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

02 de novembro de 2012

Riu de lado enquanto sua mão passeava na minha coxa. Parecia não se importar com minhas reclamações, afinal, estávamos em publico...  Aproximei minha boca do seu pescoço, perto o suficiente do ouvido para que somente ele pudesse me ouvir: ''Você não era assim.''
O filho de uma mãe riu e respondeu: você também não era.
Não que eu esteja reclamando do ponto em que chegamos, porque não estou, mas há pouco mais de três meses atrás todos os toques eram tão...comportados.
Hoje já não há olhar livre de malícia, todos os carinhos vêm sem pudor algum... sem vergonha a se medir. Sem imagens a zelar.