Cariño, você chegou quando tudo na minha vida era uma bagunça, um stress completo, e tudo que eu mais queria era descansar, enfiada numa camisa velha, longe de livros e cadernos durante um bom tempo.E as coisas foram mudando... as conspirações do universo se realizaram.
Acho que se fosse possível, escreveria todos os textos do mundo pra tentar dizer o quanto eu te amo_ posso não dizer muito, mas é verdade_ a mais pura e simples delas: amo você. E de uns tempos pra cá descobri que filmes podem parecer muito mais interessantes do que eles realmente são, que seu sorriso me desarma_ mesmo quando tenho vontade de te proporcionar a morte mais lenta e dolorosa da face da terra desde a Inquisição espanhola. E de nada adianta minha vontade de te matar se os motivos que me dá pra sorrir e me apaixonar cada vez mais são maiores: sua postura pra defender seus amigos, o jeito que você se preocupa com sua família, um simples 'como foi seu dia' significa muito.
E os planos de toda uma vida, modificados, simplesmente com a perspectiva de tê-lo como parte deles.
E tem dias que, mergulhada no profundo marasmo da minha vida, me pego lembrando da sensação maravilhosa que é dormir te usando como travesseiro, ouvindo sua respiração enquanto me faz cafuné... Chego a conclusão que a cada filme, resisto menos.
Penso que ainda tenho um certo medo disso tudo: é tão intenso, é tão forte... em tão pouco tempo, mas quanto mais o tempo passa_ e não parece passar_ descubro que arriscar um pouco contra esse medo vale mais a pena.
Você faz valer a pena.
Resistir pra quê?
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